24 / 07 / 2008
     Metro

“Estamos felizes, animados, confiantes que seja um bom veículo, que sirva a muita gente que não tem tempo, hábito, acesso ou dinheiro para se informar; e acho que se ele for útil, vai dar certo”.

João Carlos Saad, presidente do Grupo Bandeirantes


Grupo Bandeirantes de Comunicação lança o Metro, primeira edição brasileira do maior jornal internacional do mundo

Jornal gratuito distribuído em São Paulo tem  22 milhões de leitores diários em 21 países da Europa, Ásia e Américas.


Circula em São Paulo, desde o dia 7 de maio, o Metro, edição brasileira do maior jornal internacional do mundo. O Metro é resultado de uma aliança estratégica do Grupo Bandeirantes de Comunicação com a Metro Internacional, empresa do grupo sueco Investment AB Kinnevik, criado em 1936 e que atua em diversas áreas da comunicação como Telecom, canais de televisão e telefonia móvel. A Metro Internacional é responsável pela edição do jornal em 21 países da Europa, Américas e da Ásia totalizando mais de 22 milhões de leitores diários em todo o mundo.
O lançamento do primeiro jornal diário do Grupo Bandeirantes, formado por duas redes de TV aberta, três canais por assinatura, cinco redes de rádio, TV a cabo, e o jornal de classificados Primeiramão, acontece no mês em que o Grupo completa 70 anos. De olho no “mundo plano” e sem barreiras, resultado da globalização e avanços tecnológicos, a chegada do jornal internacional reforça a atuação multimídia do Grupo Bandeirantes. Segundo João Carlos Saad, presidente do Grupo Bandeirantes, a fórmula do jornal - tablóide e gratuito - segue uma tendência mundial e encontra semelhanças no modelo consagrado pela televisão: “O Metro oferece informação rápida, de qualidade, ilustrada e dirigida a um público jovem, gratuitamente”, afirma.
Com tiragem de 150 mil exemplares diários, o Metro pulsa com São Paulo e será distribuído de segunda a sexta-feira em mais de 300 pontos vitais da cidade. Será fácil para o paulistano reconhecer os promotores do jornal; jovens - moças e rapazes - devidamente identificados com seus uniformes verde-limão. “Os promotores estarão sempre nos mesmos locais, queremos que o público se habitue a começar o dia com o Metro na mão”, ressalta Ricardo Lenz, presidente da publicação. Segundo ele, o jornal tem diagramação diferenciada e pode ser lido rapidamente, num tempo médio estimado de 17 minutos. “O perfil do leitor do Metro é o de uma pessoa dinâmica, urbana, que está em trânsito, se dirigindo ao trabalho, faculdade ou academia e que precisa ganhar tempo”, explica.


A missão do Metro

No cotidiano cada vez mais acelerado das grandes cidades, quem tem tempo de ler um jornalão tradicional? E para nós, que vivemos conectados em rede, qual o sentido de pagar para receber informação?
A melhor resposta a essas perguntas foi dada em 1995 por uma empresa sueca que criou a primeira edição do Metro. Um jornal para ser lido rapidamente, com alta qualidade gráfica e jornalística e que, de quebra, era entregue gratuitamente, logo de manhã, na rede de transportes de Estocolmo.
A fórmula era perfeita para um público jovem e qualificado, que não tinha o hábito de ler diariamente os jornais tradicionais. Os mesmos jovens que começaram a se ligar na tripla revolução que sacudiu os anos 90 com a popularização da tv a cabo, da telefonia celular e da internet.
Em pouco tempo o Metro começou a se espalhar pela Europa. Depois pelo resto do mundo. E enquanto os jornais tradicionais mergulhavam na pior crise de sua história, o tablóide gratuito remava contra a corrente, transformando-se num dos mais revolucionários fenômenos de mídia deste início do século 21.
Como toda boa idéia, a receita do Metro é simples. Começa com um bem elaborado resumo das principais notícias locais, nacionais, internacionais. A esses assuntos que também recheiam os noticiários da televisão, rádio, jornais e internet, os editores do Metro adicionam histórias de interesse direto de seus leitores, que não aparecem na mídia tradicional.
Com 500 jornalistas espalhados por 21 países, o Metro oferece uma grande rede de correspondentes nas principais cidades do mundo. Mais do que notícias, eles vão trazer informações únicas. Enquanto o Metro Milão vai nos manter em dia do o mundo da moda, por exemplo, o Metro Helsinki vai antecipar as próximas tendências da telefonia celular.
Mas apesar de pensar globalmente, o Metro age aqui e agora. Ele é um jornal local, um veículo da cidadania. Sua missão aqui em São Paulo como no resto do mundo, é ajudar cada um de nós a viver melhor em nossas cidades.

Ricardo Anderáos
Diretor editorial




Metro Internacional

O primeiro jornal gratuito que se tem notícia é o “Contra Costa Times”, lançado na Califórnia (EUA) em 1947. Mas foi somente depois do lançamento do Metro, em 1995, em Estocolmo, na Suécia, que esses jornais abriram um novo capítulo na história da imprensa. A publicação trouxe para os gratuitos um padrão de qualidade antes encontrado apenas em jornais pagos. Inovador na forma e no conteúdo, o Metro utilizou ferramentas de design gráfico para proporcionar uma leitura rápida e com diversos níveis de profundidade.
Para completar, o jornal inovou também na distribuição, buscando seus leitores nas ruas e estações do metrô. A concretização do sonho da conquista mundial veio em 1997, com o lançamento da primeira edição internacional em Praga, na República Tcheca. Daí em diante, a cada ano, o jornal conquistou mais e mais cidades em diversos países europeus.
Em 2000 o Metro ultrapassou os limites da Europa, e além de Grécia e Itália ganhou edições no Chile, EUA e Canadá. Em 2002 chegou à Ásia com as edições em Hong Kong e Seul. Somente em 2005 foram lançadas 19 novas edições. Em 2006 surgiram outras 7 edições do jornal. Neste ano de 2007 já ganharam as ruas edições do Metro nas cidades de Calgary e Edmonton, ambas no Canadá. Atualmente com 84 edições diárias em 20 idiomas, o Metro está presente nos continentes Europeu, Asiático e Americano ( Norte e Sul ) atingindo mais de 22 milhões de leitores por dia. Na próxima segunda-feira o maior jornal internacional do mundo chega ao Brasil.


Conheça o Grupo Kinnevik

O principal acionista da Metro International é o grupo sueco Investment AB Kinnevik. O Grupo criado em 1936 opera empresas próprias e gerencia um portfólio de investimentos de longo prazo em companhias de capital aberto, como Tele2 AB (Telefonia Fixa), Modern Times Group MTG AB (Televisão), Millicom International Cellular S.A. (Telefonia Móvel), Transcom WorldWide S.A. (Serviços de Marketing), Invik & Co. AB (Seguros, Fundos), e a Metro International S.A.



Para falar com o Metro ligue para: (11) 3528-8500

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